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Meu filho tem piolhos: o que eu faço?

Meu filho tem piolhos: o que eu faço?


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Com a chegada da primavera, depois das férias de verão e a volta da Páscoa, os surtos mais fortes de piolhos começam nas escolas, embora praticamente não nos deixem durante o ano e nosso filho em idade escolar possa estar infestado a qualquer momento porque os piolhos estão cada vez mais resistente aos nossos tratamentos agressivos.

Mamãe me dá coceira! É uma das frases mais temíveis para os ouvidos dos pais que já usamos para contaminar nossos filhos. É o sintoma mais comum da pediculose, pois quando o piolho morde, ele injeta uma toxina na pele, antes de sugar o sangue. Quando experimentamos pela primeira vez é quase traumático, porque muitas vezes não conseguimos reconhecer os primeiros sintomas de infestação e, no momento em que agimos, os piolhos são um inimigo terrível de se combater (principalmente em cabelos abundantes).

Pais e professores devem conversar sobre o assunto com naturalidade, pois, segundo os pediatras, os piolhos não estão necessariamente relacionados à falta de higiene, embora, sem dúvida, proliferem mais em más condições de higiene ou onde moram muitas pessoas. Devemos prevenir e notificar o professor dos possíveis casos que ocorram em uma determinada aula para que eles possam comunicar aos demais pais para uma pronta detecção e tratamento, mas sem pânico.

Lembro que na aula da minha filha, uma mãe (que estava farta de o filho pegar piolho) aconselhou que todos os alunos fizessem um tratamento contra piolhos no mesmo dia, fossem eles piolhos ou não. Isso é ultrajante, suponho que não era ela, mas seu desespero! A Dra. Virginia Carranza, do Instituto Andaluz de Pediatria, insiste que apenas indivíduos com infestação ativa devem ser tratados. Nunca deve ser usado como prevenção, pois contribui para o aumento da resistência aos tratamentos. Às vezes, a ineficácia desses produtos na remoção das lêndeas significa que uma criança pode ter uma recaída repetida, tendo que passar várias semanas removendo os óvulos manualmente ou usando tratamentos cada vez mais agressivos ou mesmo antibióticos.

É essencial remover todas as lêndeas. Segundo a orientação da Dra. Carranza, o pediculicida será sempre aplicado nos cabelos secos acompanhado da retirada manual de piolhos e lêndeas. Cremes e loções seriam mais eficazes do que xampus, que são diluídos em água. Após deixar o produto agir, deve-se lavar os cabelos com o shampoo de costume, pentear e deixar secar ao ar. Se o tratamento foi realizado corretamente, após 24 horas a pessoa não é mais infecciosa, embora o tratamento deva ser repetido após 7 dias.

Para crianças menores de dois anos, é preferível não usar pediculicidas e fazer a remoção manual dos piolhos. O problema dos piolhos é sempre uma frente ativa, para a qual se buscam soluções eficazes e definitivas.

Patro Gabaldon. Editor do nosso site

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